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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Marcelo Tas arrasa na aula show sobre linguagem digital

Uma hora e meia de palestra, mais 40 minutos de debate. E durante todo esse tempo, a disposição do comandante do programa de maior audiência entre os jovens brasileiros, Marcelo Tas, para explicar, expor e desvendar os mistérios da internet.
Mistérios, que, para ele, são traduzidos na palavra transparência. Tas começou pela linguagem utilizada lá na infância dele, aos 10 anos de idade, quando a primeira televisão chegou em sua casa. Do jornal anárquico na época da faculdade à especialização em internet, em Nova York, quando no Brasil ninguém havia ainda ouvido falar na inovação, ele fez um verdadeiro passeio sobre como a comunicação foi revolucionada.
E falou muito, também, sobre o twitter, definido assim: uma ferramenta para ouvir. "Mais do que um veículo para falar, o twitter é a melhor rede hoje disponível para a gente ouvir o que as pessoas pensam. Nós do CQC guiamos o programa pela avaliação constante e atualizada a todo minuto dos telespectadores", afirmou. "E os políticos precisam aprendem a ouvir inclusive o que não querem nessa rede que elimina a distância gigantesca que separava o mundo deles do mundo real", continuou Tas.
Marcelo Tas aceitou o convite da Juventude Democratas para participar do Encontro Nacional, em Blumenau (SC), que reuniu cerca de 800 jovens durante 3 dias. Veja tudo o que rolou no link do Encontro, na parte superior da página.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

No Ar: TV JUVENTUDE DEMOCRATAS

Uma verdadeira salada de imagens, registros, entrevistas, músicas, humor e cenas históricas. A Juventude decidiu colar em vídeo os retalhos do que é fazer política jovem no Brasil e acabamos por criar nosso canal no youtube. 
Clique aqui para assistir a TV Juventude Democratas.
Colocamos um pouco de tudo que faz parte do nosso dia-a-dia e da nossa história. Estão lá nossa preocupação com a formação política, atividades do movimento estudantil, eventos, seminários e depoimentos da militância. Além de inserções já veiculadas no horário eleitoral, registros da política brasileira, quadros de humor e canções que vão do indie ao rock brasileiro.
Para o presidente da Juventude, deputado Efraim Filho, a TV Juventude Democratas é uma consequência natural da política feito por jovens e para jovens. "Não tem nada de esforço ou de estratégia. Falamos a linguagem das ruas e do mundo virtual. Queremos que a política traga mudanças profundas para o Brasil, mas que seja feita com prazer", resume Efraim.

Fonte: Juventude Democratas

Contribua com a TV Juventude Democratas!

Você pode enviar vídeos para jdempa@gmail.com

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Será que realmente merecemos isso?

(Via Blog do Reinaldo Azevedo)

 reforma eleiitoral Estão querendo submeter a Internet a uma censura estúpida. Quer dizer que sites e blogs poderiam publicar anúncios de candidatos — e, nesse caso, não se equiparariam a TV e rádio —, mas não poderiam expressar opiniões a respeito dos mesmos, obedecendo, então, às restrições impostas à radiodifusão? Por quê? Internet, agora, é concessão pública? Censura à internet é coisa comum em Cuba, na China, na Coréia do Norte, não em país livre.

Não se tem uma Internet com essas restrições — ATENÇÃO!!! — em nenhuma democracia do mundo! É um cretinismo. É como querer represar o mar.

É evidente que, nesse caso, os males da liberdade se combatem como mais liberdade. Se os blogs A ou B tiverem opinião favorável ao candidato “X”, os blogs B e C defenderão o candidato “Y”. E assim por diante. O peso maior ou menor de uma opinião dependerá da credibilidade de quem escreve.

OS PARLAMENTARES NÃO ESTÃO SE DANDO CONTA DE QUE ESTÃO PRIVILEGIANDO, NA VERDADE, OS CRIMINOSOS. E É FÁCIL EXPLICAR POR QUÊ.

Os sites e blogs sérios, com nomes reconhecidos e hospedagem no Brasil, estariam submetidos a essas restrições. Já os vigaristas, os bandidos anônimos, estes poderão ter suas páginas hospedadas no exterior e pôr para circular seus ataques sem autoria. Jamais seriam alcançados pela lei. Ainda que a Justiça acabasse determinando que a página fosse retirada do ar, poder-se-ia fazer outra em minutos.

A proposta parece-me flagrantemente inconstitucional. Se aprovada, vai parar no Supremo, e não é possível que o Tribunal concorde com uma estupidez dessa magnitude. Nem por isso a coisa deixa de ser melancólica. Fico cá pensando na mentalidade das pessoas que acham que isso é realmente uma boa idéia…

Que gente autoritária! Que gente burra! Que gente cafona!

Imaginem que maravilha!

Digamos que eu escrevesse aqui um texto afirmando que as propostas de Marina Silva para o meio ambiente são inexeqüíveis, que ela é uma adversária do agronegócio, que, se eleita, o país corre o risco de ter de substituir os grãos por capim. O que devo fazer? Terei de inventar uma razão para, no mesmo dia, dar um cacete em Dilma Rousseff (PT) e em José Serra (PSDB), ainda que, nesse dia hipotético, eu não tenha um motivo especial para tanto?

Ou ainda: digamos que eu decida criticar o desempenho de Dilma na liderança do PAC. Terei de criticar também a capacidade gerencial de Serra e de Marina? Se eu disser que a lei antifumo de Serra é autoritária, devo, no mesmo post (ou terá de ser em outro), buscar os traços autoritários da candidata verde e também da outra, a, como direi?, vermelha?

Isso é um despropósito! Blogs, sites, páginas na Internet etc. têm seu ponto de vista, sua leitura de mundo, seu público. Sua graça e sua virtude estão na diversidade, sim. Mas a diversidade deve ser entendida no conjunto, no sistema. O que esses parlamentares pretendem? Páginas da mais pura esquizofrenia? Ora, se não gosto de um candidato porque estatista, devo, necessariamente, criticar um outro que não o seja?

Lembro que, nos EUA, essas restrições imbecis não existem nem para as TVs e rádios. E isso não impediu aquele país de eleger Clinton duas vezes, Bush duas vezes e, agora, Barack Obama.

É a liberdade que conduz à diversidade. O autoritarismo só produz autoritários.

 

 

Leiam mais sobre isso no Uol Notícias (aqui)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Internet atrai jovens p/ política da "vida real"


Números não faltam para provar que a internet penetrou definitivamente no cotidiano do jovem brasileiro. São milhares de novos usuários a cada dia. Tanto que o Brasil já está entre os primeiros no ranking mundial do uso de várias ferramentas da Internet. Para quem faz política no mundo jovem, a pergunta que fica é: quais as consequências da internet para a participação efetiva na política?

Para o presidente da Juventude Democratas, o deputado federal Efraim Filho (29), a internet pode funcionar como isca, no bom sentido, para a atração de jovens.


"Não cabe mais perguntar se a internet é boa ou nociva. Ela já está aí, mudando comportamentos, e vai cada vez mais ser a companheira inseparável de todos. O que temos que fazer é tirar o jovem da passividade de somente receber informação e fazer com que ele produza algo. Ferramentas como o Twitter e o Ning tem nos auxiliado a atrair jovens para ações reais: encontros, bate-papos, seminários e outras ações, que exigem que eles saiam da frente do computador e caiam novamente no mundo real", explica Efraim.

A Juventude Democratas com cerca de 2 mil usuários já é a maior organização partidária de jovens no twitter. E a ferramenta tem sido utilizada para a mobiização social, possibilitando que jovens espalhados por todos os cantos do país marquem encontros, organizem e divulguem estes mesmos eventos, e, depois, ainda façam um balanço geral.

São vários os exemplos acontecendo em todo Brasil. Em Santa Catarina, os jovens Democratas agendam reuniões semanais pelo twitter. Em Poços de Caldas, Minas Gerais, foi aberto até o "Boteco Democratas": a galera marca encontro pelo twitter no bar, faz uma rodada de conversa política e depois aproveita para tomar uma "cervejinha". Em Belém, o twitter sinaliza manifestações na Câmara de Vereadores.


E além dos encontros, vale lembrar que a internet também tem despertado mais conscientização política. "É a tal coisa: o jovem que está no twitter por lazer dá de cara com muita informação, porque a política tem sido a tônica da ferramenta. É é praticamente impossível que o jovem não fique indignado com tantas denúncias que têm vindo à tona. Nós estamos apostando todas as fichas na mobilização social via web", conclui Efraim Filho.